Durante largos períodos, a agricultura foi uma das bases fundamentais da vida económica e social do Campanário. A população dependia da terra, dos pequenos cultivos, dos socalcos e do trabalho familiar para garantir a subsistência.
A freguesia desenvolveu-se num território marcado por encostas, caminhos, levadas, pequenas propriedades e zonas agrícolas. Esta ligação à terra moldou hábitos, ritmos de vida, relações familiares e práticas comunitárias que ainda hoje fazem parte da memória coletiva da população.